Teodoras do Cordel Artevistas SP – casulo criativo do cordel feminino em São Paulo
O coletivo feminino Teodoras do Cordel – Artevistas SP é um grupo poético, artístico, literário e multicultural, que produz, promove e difunde a literatura de cordel, reconhecida pelo Iphan, desde 2018, como Patrimônio Imaterial do Brasil.
Somos o primeiro coletivo de mulheres cordelistas do Estado de São Paulo. Nascemos em plena pandemia, no dia 1º de Julho de 2020, tendo o Movimento Nacional Cordel Sem Machismo, como inspiração e parceiro em nosso caminhar.
Foi o Teodoras do Cordel que acolheu e incentivou a escrita de mulheres em tempos difíceis. Nesse percurso, o coletivo seguiu e segue sua jornada como um casulo da escrita feminina, um espaço de acolhimento, criação, formação e fortalecimento de vozes que encontram no cordel, uma ferramenta de expressão, resistência e transformação social.
O grupo, possui seis obras coletivas publicadas: Justiça Violada (2021 – Editora Cordelaria Castro), Mulheres Negras que Marcaram a História (2022 – Editora Areia Dourada), Mulheres Indígenas que Marcaram a História (2023 – Editora Areia Dourada), Pagu: Mulher revolução (2024 – Editora Cordelaria Castro), Maria das Neves Batista Pimentel – A Mãe do Cordel (2024 – Selo Pé no Chão) e Minha Voz Ecoa o Grito da Minha Ancestralidade (2025 – Selo Pé no Chão).
Fortalecidas e engajadas nas lutas femininas cotidianas, nosso coletivo tem promovido ao longo dos anos, articulações e engajamentos importantes nas ações de Salvaguarda da Literatura de Cordel, firmando parcerias importantes junto a instituições como o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Federação Brasileira de Cordelistas (Febracordel), Comissão de Salvaguarda do Cordel de São Paulo, Movimento Nacional Cordel Sem Machismo, SP Cordel, Cordel Cantante, dentre outros coletivos e movimentos.
Seguimos firmes, mapeando a produção feminina do cordel no Estado de São Paulo, promovendo ações integrativas entre cordelistas veteranas, iniciantes e simpatizantes, por meio dos diversos projetos realizados desde a nossa fundação, tais como: oficinas, cursos, workshops, palestras, espetáculos e saraus culturais.
O Teodoras do Cordel – Artevistas SP também registra seu profundo agradecimento a todas as parceiras, apoiadoras e colaboradoras que já passaram pelo o coletivo e hoje seguem voando em diferentes territórios.
Por fim, reafirmamos o compromisso permanente do coletivo com a valorização, a difusão e o fortalecimento da escrita feminina na Literatura de Cordel, da memória e da potência criativa das mulheres cordelistas do nosso Brasil, que seguem mantendo viva a salvaguarda do cordel.
Bandeiras de Luta
As principais bandeiras de luta do coletivo estão pautadas em temáticas voltadas ao combate à violência contra a mulher, os desafios da maternidade e vida profissional, autoconhecimento, cura interior, ancestralidade feminina, combate ao machismo e ao racismo, entre outros assuntos.
Obras Publicadas
O grupo, possui seis obras coletivas publicadas: Justiça Violada (2021 – Editora Cordelaria Castro), Mulheres Negras que Marcaram a História (2022 – Editora Areia Dourada), Mulheres Indígenas que Marcaram a História (2023 – Editora Areia Dourada), Pagu: Mulher revolução (2024- Editora Cordelaria Castro), Maria das Neves Batista Pimentel – A Mãe do Cordel (2024 – Selo Pé no Chão) e Minha Voz Ecoa o Grito da Minha Ancestralidade (2025 – Selo Pé no Chão).
Saiba mais sobre as nossas obras coletivas clicando AQUI
Sobre o nome do nosso coletivo
O nome do coletivo é inspirado numa das personagens mais clássicas da literatura de cordel, TEODORA, enaltecida nos versos do precursor do cordel brasileiro, Leandro Gomes de Barros. Na narrativa, Teodora simboliza a força e a sabedoria do feminino. Para acompanhar o icônico nome, foi acrescentado a palavra “cordel” e “Artevistas São Paulo”, uma vez que o grupo é composto por mulheres cordelistas residentes no Estado, sendo elas, ativistas da arte e também de outras frentes importantes da sociedade.
Sobre nossa Logomarca
Nossa logo foi pensada e produzida coletivamente pelas xilogravadoras Nireuda Longobardi, Regina Drozina, Lucélia Borges e Gabrielle Longobardi.
Engajamento, acolhimento e articulação
Fortalecidas e engajadas nas lutas femininas cotidianas, as mulheres do coletivo Teodoras do Cordel – Artevistas SP, tem promovido ao longo dos anos, diversas ações de articulação e, gradativamente, tem acolhido mulheres de várias cidades do Estado, fortalecendo assim, a escrita feminina de cordel, servindo com um verdadeiro casulo poético, produzindo e apresentado diversos projetos em espaços culturais e da educação, eventos corporativos e literários. Confira alguns:
- Sesc Itaquera (SP)
- Sesc Paraty (Sabenças das Teodoras)
- Sesc Campo Limpo Paulista – Circuito BiblioSesc (Sabenças das Teodoras)
- Sesc Ribeirão Preto (Maria das Neves Batista Pimentel – a mãe do cordel)
- Feira Literária Internacional de Paraty (Flip/RJ);
- Formula E
- Sarau no Museu de Arte e Cultura de Caraguatatuba;
- Espaço Cultural Maria Alice (Osasco);
- Bienal Internacional do Livro de São Paulo: Espaço Cordel e Repente- Editora Imeph e Estande da Secretaria Municipal da Educação da Cidade de São Paulo;
- Bienal do Livro de Taboão da Serra;
- Bienal do Livro de Taubaté;
- Casa do Forró de São Miguel Paulista;
- FLI SAMPA;
- FLIRP;
- FELIZS;
- FELISA;
- FUNDACC;
- Girls In Control (Taboão da Serra);
- Avenida Cultural (Itaquaquecetuba);
- Arraiá do Metro de São Paulo;
- Sindicatos dos Metroviários de São Paulo;
- Sarau Viva Nordeste – 1ª e 2ª edição (PROAC-Campinas);
- Centro Cultural Santo Amaro (SP);
- Projeto Cultura de Todos os Cantos – EPTV/Globo Campinas (Campinas);
- Projeto Poesia em Movimento (Osasco);
- Círculo Natalense do Cordel (RN);
- Bibliotecas Municipais de São Paulo (SP);
- Shopping Anália Franco (Arraiá Junino);
- Festival do Camarão de Caraguatatuba;
- Feira das Mulheres Empreendedoras de Campinas;
- Feira da Sororidade (SP);
- Sarau do Belas Artes (SP);
- Sarau Santa Sede (SP);
- Sarau Bodega do Brasil (SP);
- Sarau Entre Amigos (Osasco);
Faça Parte
Você, mulher, que mora em qualquer cidade do Estado de São Paulo e tem interesse em fortalecer sua escrita, tendo o cordel como guia, faça parte deste movimento em prol do nosso cordel feminino paulista clicando AQUI.