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20 jul

Teodoras em ação, Poesia e sentimento.

Amores e Amoras

Julho é mês de celebração!

Nosso coletivo está fazendo aniversário. São 3 anos de encontros, lutas, conquistas e poesias. Para celebrar este novo ciclo, presenteio o Coletivo com minha poesia gratidão, fecunda da sororidade feminina, vivenciada por mim, neste celeiro de saber, denominado TEORORAS DO CORDEL SP.

Teodoras em ação
Poesia e sentimento,
Escritoras antenadas
Registram o movimento
Do sucesso feminino,
E também seu sofrimento.

Um coletivo engajado
Que usa escrita para expor,
Lutas emancipatórias
Defendendo com fervor,
O direito de vivermos
Livres e com esplendor.

Parabéns as cordelistas
Que fortalecem a ação,
De preservar o Cordel
De qualquer limitação,
Elevando a poesia
Melhor forma de expressão.

Obrigada por fazerem
Minha escrita transcender,
Em páginas de cordéis
Que ressoam o saber.
Agradeço as cordelistas
Por escritora, hoje ser.

Toda gratidão ao Coletivo feminino Teodoras do Cordel Artevistas SP, pelas ações realizadas em prol da literatura, por honrarem a história do Cordel – patrimônio imaterial cultural brasileiro.

Parabéns por cada ano vivido, por enaltecer a escrita e vida de Mulheres que marcam, marcaram e marcarão a história do Brasil.

Para conhecer nossa caminha cordelistica, leiam nossas obras Coletivas:

Justiça Violada- publicada em 2020 pela Cordelaria Castro
Mulheres Negras que marcaram a história – publicada em 2021- 1ª Edição pela Editora Coqueiro, em 2022 -2ª edição pela Editora Areia Dourada
Mulheres Indígenas que Marcaram a História- publicada em 2022, pela Editora Areia Dourada

Vida longa ao Cordel Feminino.

Lu Vieira

11 jul

Pessoas extremamente egocêntricas e narcisistas: o mal que muitas vezes consegue se camuflar.

Sou dessas que movo mundos e fundos pra ajudar um coleguinha, sempre fui. Mas ultimamente passei a relacionar boa parte dessas ações com ser  um tanto “idiota” dos outros.  Explico.
Normalmente eu vasculho as coisas até descobrir como funcionam, “meto as caras” (amo essa expressão, inclusive pq só tenho uma cara pra meter, rs!) e vamo que vamo. Dando certo, vou passando as manhas adiante, de mão e mão e é uma delícia qdo vai dando certo pra todo mundo também.
E nem é um bicho de sete cabeças, é que sou fuçadora compulsiva mesmo e um tanto cara de pau.
Bem, não há sentimento melhor do que ver um amigo realizando um sonho daquele que você pode de alguma forma dar um leve empurrãozinho. Chega a ser melhor do que realizar um próprio sonho seu.
Pois bem, há um tempo percebi que podia contribuir com um conhecido em sua jornada na publicação de um livro. Dei todos os caminhos, apresentei as editoras que achei que teriam a ver com seu estilo de escrita, quais textos seriam interessantes entrarem na coletânea, me interessei pelo projeto gráfico e não, não fui entrona! Tudo isso ele ia me pedindo e eu o ia encaminhando.
Ele chegou a me convidar para fazer uma apresentação/prefácio que acabou virando orelha. Eu não sabia o prazo em que precisava entregar este texto. Então na semana em que estava parindo o meu bebê, eu o enviei este texto  por e-mail, explicando que como estava com a bolsa quase para romper, não queria atrasar o prazo do livro dele. Ele não me agradeceu, nem me deu um retorno se recebeu o e-mail.
Mas acabou usando o texto mesmo assim, mais para frente. A gente tem dessas…. Está parindo e está preocupada se compriu todos os afazeres antes de ir pra maternidade com a bolsa estourada. Afinal, mulher trabalha até o último segundo, né?
O livro ficou pronto, não fui convidada para ver o boneco. A ex-mulher dele tb fez um prefácio, achei que esse entraria no lugar do meu, pq ela acompanhou o processo de finalização da gráfica. Mas como minha escrita é impecável e como conquistei um papel importante enquanto escritora nesta curta carreira que está se construindo, lá estava minha orelhinha no livro.  Não tive menção especial qualquer no lançamento, claro, muita gente para ele dar atenção. Como sou muito comunicativa, fiz amizade com seus amigos, que assim como eu, transitam entre teatro e literatura. Fui embora cedo, mandei um texto o parabenizando, do qual não obtive resposta. Normal. Pra um narcisista e egocêntrico, tudo gira somente ao redor de seu próprio umbigo. E foi então que comecei a perceber o padrão: falar demais de si próprio, ter dificuldades em ouvir o outro e agir como o centro do universo.
Mudando de saco pra mala, pq se não entraria muitas cases, sacolas, polchetes, carteiras, porta cartões, bolsilhas e afins, que agora não vem ao caso, se digito meu nome no Google,  além das minha obras , aparece a dele tb em questão, pq minha humilde orelha fora usada como sinopse da mesma. E mais uma vez, a trouxa que é sempre tratada sem o menor valor pelo egocêntrico/narcisista,  o leva de carona, tendo em troca apenas o desprezo de um ser humano a milhas de alcançar o que seria o seu início de processo de evolução.

Vamos de poesia para amenizar?

Não uso da lógica costumeira
Não suporto que me categorizem
Tampouco gosto que me inferiorizem
Se usam jogo, já saio pra beira
Não faço firula, pois sou certeira
Se erram, eu sumo pra eternidade
Sou tão movida a reciprocidade
E feita de um amor que tira a calma
Rouba-me o peito e junto minh’alma
Pois na essência sou intensidade.

Um abraço,

Graziela Barduco.

24 jun

Aconteceu em uma biblioteca. Acreditam?

Hoje gostaria de  trazer-lhes uma reflexão, sem grandes pretensões, talvez enquanto uma forma de simples desabafo.
Como é de conhecimento de quem acompanha nosso coletivo Teodoras do Cordel, estamos em turnê pelas bibliotecas da cidade de São Paulo, através do projeto “Vozes Periféricas – Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”, através da secretaria da Cultura da Cidade de São Paulo, pela qual fomos contratadas.
Tem sido uma experiência maravilhosa e intensamente especial. Até o momento percorremos 7 bibliotecas de São Paulo e cada vivência tem sido única e mágica, de modo a nos dar cada vez mais garra para seguir em frente com nossa proposta e arte.
No entanto, em uma das bibliotecas agendadas para uma de nossas apresentações, a experiência foi um pouco diferente das demais.
Quando chegamos ao local, nos ofereceram um cantinho no andar de cima e nos informaram que o anfiteatro do espaço seria usado para um outro evento que aconteceria no mesmo horário do nosso. Para esse outro evento teria público, que foi previamente convidado por eles e para o nosso não haveria.
Quando deu nosso horário de início de apresentação, começamos a tocar nosso repertório e as crianças que chegavam para o outro evento rapidamente se viram envolvidas com nossa música e foram nos assistir. Então subiu uma senhora onde nos apresentávamos, nos interrompeu o show e disse que as crianças precisavam sair e descer para o outro evento que ocorreria no anfiteatro.
Bem, depois de muito conversarmos entre nós sobre mais uma aparente e gritante desvalorização da literatura de cordel, e desta vez, pasmem!, dentro de uma biblioteca, eu fiquei pensando, pensando e repensando.
Eu acredito que o triste episódio que aconteceu conosco nessa biblioteca em si, foi além de preconceito/ignorância para com o cordel, o enxergando absurdamente enquanto uma literatura menor, mesmo hoje ele sendo reconhecido como patrimônio imaterial pelo IPHAN. Foi algo além disso.
Nós estamos em um projeto lindo intitulado “Vozes Periféricas” e acho que até então só havíamos passado por bibliotecas com essa “pegada” mais “periférica” mesmo,  sabe? Seja pela localização ou pela “filosofia” da qual compartilhamos. E quando caímos em uma biblioteca num local não periférico, pq sim, esta biblioteca em questão se localizava em um local  nada  periférico, muito pelo contrário,  um local que inclusive pode ser considerado elitista e privilegiado, parece que há uma dificuldade por parte de sua equipe em acolher um projeto que se autointitula periférico.
Não podemos usar o anfiteatro pq somos periféricas? Não tivemos acesso ao público pq somos periféricas? Nos sugeriram ir à praça chamar público pq somos periféricas? (ainda teve este adendo que informo aqui).
Enfim… Fiquei pensando muito sobre isso durante essa madrugada que se passou.
Então o preconceito está mais além do que imaginávamos. Mas sigamos fortes com nossa literatura de cordel tão rica e maravilhosa e com nossa cultura periférica tão forte, incrível e resistente, detentora da mudança. E assim será!

E sigamos com poesia! Porque poesia é resistência e resistência sempre seremos!

 

No profundo oceano
Onde outrora fui jogada
Entre esta, outra braçada
Neste nado tão insano
Penso: aquilo fora um plano
Pra minh’alma sucumbir
De meu corpo então fugir
Mas a besta que me habita
Dia e noite cá transita
Faz-me rija a resistir.

 

Um abraço,
Graziela Barduco.

24 jun

Teodoras apresenta última roda do circuito pelas bibliotecas de São Paulo com o tema violência e racismo contra a mulher

No dia 30 de junho, às 15 horas, acontece na biblioteca pública José Paulo Paes, no Largo do Rosário, bairro Penha de França, a décima e última edição da roda de conversa do coletivo feminino estadual Teodoras do Cordel – Artevistas SP. A mesa, intitulada, “Violência e racismo contra a mulher: relatos e experiências”, será ministrada pelas cordelistas Cléia Silva, da cidade de Jundiaí, e Dennah Sossai, da cidade de Campinas, após a esquete “Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”.

A ação, faz parte do circuito Vozes Periféricas, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e percorrerá o total de dez bibliotecas, até o dia 30 de junho.

Segundo Cléia, a roda pretende apresentar alguns relatos de discriminação vivenciados por elas e por seus país. “Esse tema é importante para lembrarmos que a violência contra a mulher preta existe sim e precisa acabar”, destaca.  “Num pequeno círculo de pessoas, iremos avaliar a quantidade de casos vivenciados e refletir sobre o que podemos fazer no nosso dia a dia para  diminuir esses números alarmantes de violência e racismo contra nós, mulheres”, explica Dennah.

Antes da roda, as cordelistas do Teodoras apresentam a esquete “Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”. Nela, será feita uma femenagem à força das mulheres negras e indígenas brasileiras e um alerta poético sobre a violência contra a mulher. As performances, são inspiradas nas três publicações coletivas do Teodoras: Justiça Violada (2021); Mulheres Negras que Marcaram a História (2022) e Mulheres Indígenas que Marcaram a História (2023).
O Coletivo Teodoras do Cordel – Artevistas SP
Fundado em 1º de julho de 2020, o coletivo é um grupo poético, artístico, literário e multicultural, que produz, promove e difunde a literatura de cordel. Um dos objetivos é o de mapear e fortalecer a produção do cordel feminino em nível estadual. “As nossas lutas cotidianas em comum, somadas as ações de difusão do coletivo, viabilizam o acesso de leitores e leitoras às obras literárias das mulheres do cordel em nosso Estado, principalmente, em espaços de incentivo à leitura, como casas de cultura, escolas e bibliotecas”, explica Lu Vieira, cordelista da cidade São Paulo e uma das idealizadoras do Teodoras do Cordel.

Fortalecidas e engajadas, as mulheres deste coletivo têm promovido diversas ações integrativas entre cordelistas veteranas, iniciantes e simpatizantes de várias cidades do Estado. “Em qualquer segmento onde a mulher ocupa espaço, inclusive no cordel, os desafios são grandes. Unir objetivos femininos construindo um diálogo crítico e inspirador com os nossos pares, é o que buscamos em nossas atividades”, pontua Elielma Carvalho, membro e produtora do Teodoras.

SERVIÇO
Espetáculo Mulheres em Ação na arte e no cordel + Roda de conversa
,
“Violência e racismo contra a mulher: relatos e experiências”, com Cléia Silva e Dennah Sossai
Dia e Horário: 
30/6, às 15 horas
Local: Biblioteca Pública José Paulo Paes
Endereço: Largo do Rosário, 20, bairro Penha de França, São Paulo.
Entrada: gratuita

 

24 jun

O cordel e os folguedos brasileiros são temas da penúltima roda do Teodoras no circuito Vozes Periféricas em bibliotecas de São Paulo

No dia 28 de junho, às 9 horas, acontece na biblioteca pública Érico Veríssimo, no bairro Parada de Taipas, a nona edição da roda de conversa do coletivo feminino estadual Teodoras do Cordel – Artevistas SP. A mesa, intitulada, “Cordel e os folguedos brasileiros: musicalidade e cancioneiro popular”, será ministrada pela multiartista e cordelista Maria Rosa Caldas, após a esquete “Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”.

A ação, faz parte do circuito Vozes Periféricas, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e percorrerá o total de dez bibliotecas, até o dia 30 de junho.

Segundo Maria Rosa, sua roda pretende provocar no público a vivência do cotidiano criativo de uma cordelista e cantadora. Na oportunidade, a artista apresentará a poesia, as métricas e as narrativas do cordel com a musicalidade, melodias e essência do cancioneiro popular inseridos nos eventos e folguedos populares nordestinos. E ainda, as histórias de vida e obras de algumas personalidades ícones e promotoras de mesas de Glosa e do Repente sertanejo. “Através de dinâmicas criativas, a plateia vai experenciar a feitura autoral de poesias e canções. Faremos um jogo de palavras, usando papel, lápis ou caneta, com interações do fazer poesia, incrementando com melodias as criações próprias”, destaca.

Antes da roda, as cordelistas do Teodoras apresentam a esquete “Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”. Nela, será feita uma femenagem à força das mulheres negras e indígenas brasileiras e um alerta poético sobre a violência contra a mulher. As performances, são inspiradas nas três publicações coletivas do Teodoras: Justiça Violada (2021); Mulheres Negras que Marcaram a História (2022) e Mulheres Indígenas que Marcaram a História (2023).
O Coletivo Teodoras do Cordel – Artevistas SP
Fundado em 1º de julho de 2020, o coletivo é um grupo poético, artístico, literário e multicultural, que produz, promove e difunde a literatura de cordel. Um dos objetivos é o de mapear e fortalecer a produção do cordel feminino em nível estadual. “As nossas lutas cotidianas em comum, somadas as ações de difusão do coletivo, viabilizam o acesso de leitores e leitoras às obras literárias das mulheres do cordel em nosso Estado, principalmente, em espaços de incentivo à leitura, como casas de cultura, escolas e bibliotecas”, explica Lu Vieira, cordelista da cidade São Paulo e uma das idealizadoras do Teodoras do Cordel.

Fortalecidas e engajadas, as mulheres deste coletivo têm promovido diversas ações integrativas entre cordelistas veteranas, iniciantes e simpatizantes de várias cidades do Estado. “Em qualquer segmento onde a mulher ocupa espaço, inclusive no cordel, os desafios são grandes. Unir objetivos femininos construindo um diálogo crítico e inspirador com os nossos pares, é o que buscamos em nossas atividades”, pontua Elielma Carvalho, membro e produtora do Teodoras.

SERVIÇO
Espetáculo Mulheres em Ação na arte e no cordel + Roda de conversa
,
“Cordel e os folguedos brasileiros: musicalidade e cancioneiro popular”, com Maria Rosa Caldas
Dia e Horário: 
28/6, às 9 da manhã
Local: Biblioteca Pública Érico Veríssimo
Endereço: Rua Diógenes Dourado, 101, Parada de Taipas, São Paulo.
Entrada: gratuita

 

24 jun

Coletivo realiza oitava roda em projeto de circulação nas bibliotecas de São Paulo com o tema “O Feminino e a Loucura”

No dia 27 de junho, às 14h30, acontece na biblioteca pública Rubens Borba Alves de Moraes, no bairro Jardim Matarazzo, a oitava edição da roda de conversa do coletivo feminino estadual Teodoras do Cordel – Artevistas SP. A mesa, intitulada, “O Feminino e a Loucura”, será ministrada por Luciana de Paula, após a esquete “Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”.

A ação, faz parte do circuito Vozes Periféricas, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e percorrerá o total de dez bibliotecas, até o dia 30 de junho.

Segundo Luciana, a roda tem como objetivo resgatar fatos da história feminina apagadas pela hegemonia masculina, branca e heterossexual, dominantes dos registros. “Meu tema coloca em pauta um sorrateiro movimento de marginalização reservado à mulher, pontuando ações de desumanização que ratificam tal movimento e alertando para a necessidade de uma urgente alteração de postura”, destaca.

Antes da roda, as cordelistas do Teodoras apresentam a esquete “Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”. Nela, será feita uma femenagem à força das mulheres negras e indígenas brasileiras e um alerta poético sobre a violência contra a mulher. As performances, são inspiradas nas três publicações coletivas do Teodoras: Justiça Violada (2021); Mulheres Negras que Marcaram a História (2022) e Mulheres Indígenas que Marcaram a História (2023).

O Coletivo Teodoras do Cordel – Artevistas SP
Fundado em 1º de julho de 2020, o coletivo é um grupo poético, artístico, literário e multicultural, que produz, promove e difunde a literatura de cordel. Um dos objetivos é o de mapear e fortalecer a produção do cordel feminino em nível estadual. “As nossas lutas cotidianas em comum, somadas as ações de difusão do coletivo, viabilizam o acesso de leitores e leitoras às obras literárias das mulheres do cordel em nosso Estado, principalmente, em espaços de incentivo à leitura, como casas de cultura, escolas e bibliotecas”, explica Lu Vieira, cordelista da cidade São Paulo e uma das idealizadoras do Teodoras do Cordel.

Fortalecidas e engajadas, as mulheres deste coletivo têm promovido diversas ações integrativas entre cordelistas veteranas, iniciantes e simpatizantes de várias cidades do Estado. “Em qualquer segmento onde a mulher ocupa espaço, inclusive no cordel, os desafios são grandes. Unir objetivos femininos construindo um diálogo crítico e inspirador com os nossos pares, é o que buscamos em nossas atividades”, pontua Elielma Carvalho, membro e produtora do Teodoras.

SERVIÇO
Espetáculo Mulheres em Ação na arte e no cordel + Roda de conversa
,
“O Feminino e a Loucura”, com Luciana de Paula
Dia e Horário: 
27/6, às 14h30
Local: Biblioteca Pública Rubens Borba Alves de Moraes
Endereço: Rua Sampei Sato, 440, Jardim Matarazzo, São Paulo.
Entrada: gratuita

 

19 jun

“A Xilogravura nos Cordéis e nos Livros” é tema de roda de conversa no circuito Vozes Periféricas com o coletivo Teodoras

No dia 22 de junho, às 13h30, acontece na biblioteca pública Alceu Amoroso Lima, no bairro de Pinheiros, a sétima edição da roda de conversa do coletivo feminino estadual Teodoras do Cordel – Artevistas SP. A mesa, intitulada, “A Xilogravura nos Cordéis e nos Livros”, será ministrada pela cordelista e xilogravurista, Nireuda Longobardi, após a esquete “Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”.

A ação, faz parte do circuito Vozes Periféricas, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e percorrerá o total de dez bibliotecas, até o dia 30 de junho.

Segundo Nireuda, a roda tem como objetivo fazer com que o público conheça mais sobre o que é uma xilogravura e seu processo de excussão, desde o desenho, entalhe, entintamento e impressão. “Vou falar sobre a utilização da xilogravura em ilustração de livros e apresentar algumas mulheres que ilustram capas de cordéis. Também vou expor matrizes e apresentar algumas ferramentas utilizadas na confecção de uma xilogravura”, destaca.

Antes da roda, as cordelistas do Teodoras apresentam a esquete “Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”. Nela, será feita uma femenagem à força das mulheres negras e indígenas brasileiras e um alerta poético sobre a violência contra a mulher. As performances, são inspiradas nas três publicações coletivas do Teodoras: Justiça Violada (2021); Mulheres Negras que Marcaram a História (2022) e Mulheres Indígenas que Marcaram a História (2023).
O Coletivo Teodoras do Cordel – Artevistas SP
Fundado em 1º de julho de 2020, o coletivo é um grupo poético, artístico, literário e multicultural, que produz, promove e difunde a literatura de cordel. Um dos objetivos é o de mapear e fortalecer a produção do cordel feminino em nível estadual. “As nossas lutas cotidianas em comum, somadas as ações de difusão do coletivo, viabilizam o acesso de leitores e leitoras às obras literárias das mulheres do cordel em nosso Estado, principalmente, em espaços de incentivo à leitura, como casas de cultura, escolas e bibliotecas”, explica Lu Vieira, cordelista da cidade São Paulo e uma das idealizadoras do Teodoras do Cordel.

Fortalecidas e engajadas, as mulheres deste coletivo têm promovido diversas ações integrativas entre cordelistas veteranas, iniciantes e simpatizantes de várias cidades do Estado. “Em qualquer segmento onde a mulher ocupa espaço, inclusive no cordel, os desafios são grandes. Unir objetivos femininos construindo um diálogo crítico e inspirador com os nossos pares, é o que buscamos em nossas atividades”, pontua Elielma Carvalho, membro e produtora do Teodoras.

SERVIÇO
Espetáculo Mulheres em Ação na arte e no cordel + Roda de conversa
,
“A Xilogravura nos Cordéis e nos Livros”, com Nireuda Longobardi
Dia e Horário: 
22/6, às 13h30
Local: Biblioteca Pública Alceu Amoroso Lima
Endereço: Rua Henrique Shaumann, 777, Pinheiros, São Paulo.
Entrada: gratuita

18 jun

Cordel, Hip Hop e Slam ganham destaque em circuito Vozes Periféricas com o coletivo feminino Teodoras do Cordel – Artevistas SP

No dia 21 de junho, às 10 horas, acontece na biblioteca pública Brito Broca, no bairro Vila Pirituba, a sexta roda de conversa do coletivo feminino estadual Teodoras do Cordel – Artevistas SP. A mesa, intitulada, “Culturas de Resistência: Culturas periféricas que resistem à ordem vigente opressora”, será ministrada pela cordelista e rapper Maria Clara Psoa, após a esquete “Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”.

A ação, faz parte do circuito Vozes Periféricas, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e percorrerá o total de dez bibliotecas, até o dia 30 de junho.

Segundo Maria Clara, a roda pretende abordar as seguintes expressões artísticas: Cordel, Hip Hop e Slam, que são expressões produzidas, principalmente, pela juventude. “Estas artes são um meio de expressão potente como também de organização, onde os encontros e rodas são fundamentais para a reflexão do cotidiano da classe trabalhadora que tem o seu tempo consumido pelo trabalho e pouco utilizado para desenvolver suas aptidões e para apreciação de arte e cultura” destaca.

Antes da roda, as cordelistas do Teodoras apresentam a esquete “Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”. Nela, será feita uma femenagem à força das mulheres negras e indígenas brasileiras e um alerta poético sobre a violência contra a mulher. As performances, são inspiradas nas três publicações coletivas do Teodoras: Justiça Violada (2021); Mulheres Negras que Marcaram a História (2022) e Mulheres Indígenas que Marcaram a História (2023).

O Coletivo Teodoras do Cordel – Artevistas SP
Fundado em 1º de julho de 2020, o coletivo é um grupo poético, artístico, literário e multicultural, que produz, promove e difunde a literatura de cordel. Um dos objetivos é o de mapear e fortalecer a produção do cordel feminino em nível estadual. “As nossas lutas cotidianas em comum, somadas as ações de difusão do coletivo, viabilizam o acesso de leitores e leitoras às obras literárias das mulheres do cordel em nosso Estado, principalmente, em espaços de incentivo à leitura, como casas de cultura, escolas e bibliotecas”, explica Lu Vieira, cordelista da cidade São Paulo e uma das idealizadoras do Teodoras do Cordel.

Fortalecidas e engajadas, as mulheres deste coletivo têm promovido diversas ações integrativas entre cordelistas veteranas, iniciantes e simpatizantes de várias cidades do Estado. “Em qualquer segmento onde a mulher ocupa espaço, inclusive no cordel, os desafios são grandes. Unir objetivos femininos construindo um diálogo crítico e inspirador com os nossos pares, é o que buscamos em nossas atividades”, pontua Elielma Carvalho, membro e produtora do Teodoras.

SERVIÇO
Espetáculo Mulheres em Ação na arte e no cordel + Roda de conversa
“Culturas de Resistência: Culturas periféricas que resistem à ordem vigente opressora”, com Maria Clara Psoa
Dia e Horário: 
21/6, às 10 horas
Local: Biblioteca Pública Brito Broca
Endereço: Avenida Mutinga, 1425, Vila Pirituba, São Paulo.
Entrada: gratuita

17 jun

“Do que fala a Mulher quando Escreve” é tema de quinta roda de conversa promovida pelo coletivo Teodoras durante o circuito Vozes Periféricas

No dia 20 de junho, às 14h30, acontece na biblioteca pública Amadeu Amaral, no bairro Vila da Saúde, a quinta roda de conversa do coletivo feminino estadual Teodoras do Cordel – Artevistas SP. A mesa, intitulada, “Do que fala a Mulher quando Escreve”, será ministrada pela cordelista Elielma Carvalho, após a esquete “Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”.

A ação, faz parte do circuito Vozes Periféricas, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e percorrerá o total de dez bibliotecas, até o dia 30 de junho.

Segundo Elielma, a roda tem como objetivo, inspirar as mulheres na arte da escrita. “Em qualquer segmento onde a mulher ocupa espaço, inclusive no cordel, os desafios são grandes. Unir objetivos femininos construindo um diálogo crítico e inspirador com os nossos pares, é o que buscamos em nossas atividades”, destaca.

Antes da roda, as cordelistas do Teodoras apresentam a esquete “Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”. Nela, será feita uma femenagem à força das mulheres negras e indígenas brasileiras e um alerta poético sobre a violência contra a mulher. As performances, são inspiradas nas três publicações coletivas do Teodoras: Justiça Violada (2021); Mulheres Negras que Marcaram a História (2022) e Mulheres Indígenas que Marcaram a História (2023).
O Coletivo Teodoras do Cordel – Artevistas SP
Fundado em 1º de julho de 2020, o coletivo é um grupo poético, artístico, literário e multicultural, que produz, promove e difunde a literatura de cordel. Um dos objetivos é o de mapear e fortalecer a produção do cordel feminino em nível estadual. “As nossas lutas cotidianas em comum, somadas as ações de difusão do coletivo, viabilizam o acesso de leitores e leitoras às obras literárias das mulheres do cordel em nosso Estado, principalmente, em espaços de incentivo à leitura, como casas de cultura, escolas e bibliotecas”, explica Lu Vieira, cordelista da cidade São Paulo e uma das idealizadoras do Teodoras do Cordel.

SERVIÇO
Espetáculo Mulheres em Ação na arte e no cordel + Roda de conversa
Do que fala a Mulher quando Escreve”, com Elielma Carvalho

Dia e Horário: 20/6, às 14h30
Local: Biblioteca Pública Amadeu Amaral
Endereço: Rua José Clóvis de Castro, S/N, Vila da Saúde, São Paulo.
Entrada: gratuita

 

14 jun

A escrita feminina no cordel é tema de quarta mesa de debates no circuito Vozes Periférica na biblioteca Camila Cerqueira César

No dia 16 de junho, às 10 horas, acontece na biblioteca pública Camila Cerqueira César, no bairro Butantã, a quarta roda de conversa do coletivo feminino estadual Teodoras do Cordel – Artevistas SP. A mesa, intitulada, “A escrita feminina no cordel, será ministrada pela cordelista, escritora e membro-fundadora do Teodoras, Lu Vieira.

A ação, faz parte do circuito Vozes Periféricas, promovido pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e percorrerá o total de dez bibliotecas, até o dia 30 de junho.

Segundo Lu Vieira, sua roda abordará sobre a importância da escrita feminina no gênero literário cordel e como sua temática empodera atualmente as pautas feministas. “Vamos fazer uma reflexão sobre as atuais representações femininas no universo do Cordel e o que essa representatividade vem impactando o cenário cordeliano, desde temática, estética e formas de divulgação”, explica.

Na ocasião, as cordelistas do Teodoras apresentarão antes da roda, a esquete “Mulheres em Ação na Arte e no Cordel”. Nela, será feita uma femenageam à força das mulheres negras e indígenas brasileiras e um alerta poético sobre a violência contra a mulher. As performances, são inspiradas nas três publicações coletivas do Teodoras: Justiça Violada (2021); Mulheres Negras que Marcaram a História (2022) e Mulheres Indígenas que Marcaram a História (2023).
O Coletivo Teodoras do Cordel – Artevistas SP
Fundado em 1º de julho de 2020, o coletivo é um grupo poético, artístico, literário e multicultural, que produz, promove e difunde a literatura de cordel. Um dos objetivos é o de mapear e fortalecer a produção do cordel feminino em nível estadual. “As nossas lutas cotidianas em comum, somadas as ações de difusão do coletivo, viabilizam o acesso de leitores e leitoras às obras literárias das mulheres do cordel em nosso Estado, principalmente, em espaços de incentivo à leitura, como casas de cultura, escolas e bibliotecas”, explica Lu Vieira.

Fortalecidas e engajadas, as mulheres deste coletivo têm promovido diversas ações integrativas entre cordelistas veteranas, iniciantes e simpatizantes de várias cidades do Estado. “Em qualquer segmento onde a mulher ocupa espaço, inclusive no cordel, os desafios são grandes. Unir objetivos femininos construindo um diálogo crítico e inspirador com os nossos pares, é o que buscamos em nossas atividades”, pontua Elielma Carvalho, membro e produtora do Teodoras.

SERVIÇO
Espetáculo Mulheres em Ação na arte e no cordel + Roda de conversa

A escrita feminina no cordel”, com Lu Vieira

Dia e Horário: 16/6, às 10 horas
Local: Biblioteca Pública Camila Cerqueira César
Endereço: Rua Valdemar Sanches, 41, Butantã, São Paulo.
Entrada: gratuita

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